domingo, 18 de julho de 2021

A MISSÃO DOS DOZE APÓSTOLOS

Por Pr. Silas Figueira

Texto base: Lucas 9-1-9

INTRODUÇÃO

Esta primeira convocação dos apóstolos no Evangelho de Lucas tem um paralelo com Mateus 10.1-42 e Marcos 6.7-12. Em Mateus, antes desta convocação, nós vemos a relação do nome dos doze apóstolos. Em Mateus este texto é mais longo e mais detalhado. No Evangelho de Mateus o Senhor os alerta a respeito de como eles seriam recebidos durante a sua missão e, posteriormente, quando saíssem para ministrar a Palavra pelo mundo. Em Lucas e Marcos esse texto a mais sucinto, mas não menos importante e com lições preciosas para nos ensinar.

Vamos meditar nessa passagem a partir do Evangelho de Lucas, mas iremos nos utilizar também dos outros textos paralelos, principalmente do Evangelho de Mateus para um melhor entendimento dessa passagem.

Vejamos quais as lições que esse texto tem a nos ensinar.

1 – NINGUÉM PODE PREGAR O EVANGELHO SEM UMA ÍNTIMA COMUNHÃO COM JESUS (Lc 9.1,2).  

O texto de Lucas diz que o Senhor “convocando os seus doze discípulos” (Lc 9.1a). O discípulos eram seus. Foram tirados do mundo (Jo 17.13-16). Andavam com Jesus. Ouviam a mensagem do Reino. Viram os sinais e prodígios que Ele operava. Esses homens não andavam dispersos seguindo a outros mestres, eram pessoas que tinham um relacionamento íntimo com Jesus. Por isso que o Senhor os comissionou para essa tarefa.

Devido a essa íntima comunhão com Jesus, podemos destacar quatro coisas importantes:

1º - A vocação é pessoal (Lc 9.1). Jesus chama os doze para junto de si. Antes de iniciarem seu serviço, seu serviço missionário, eles têm de chegar primeiro ao Senhor, a fim de receberem dele a vocação e a autorização. Somente depois disso poderão cumprir sua missão, sua tarefa, somente então poderão ir às pessoas. Isso é digno de nota. O envio somente é possível a partir da vocação pessoal [1].

Jesus envia os doze para uma grande jornada evangelística. A palavra grega apesteilen, traduzida por “enviou”, vem da mesma raiz da palavra grega traduzida por “apóstolos”. Marcos diz que Jesus os envia de dois em dois (Mc 6.7) [2]. Quando lemos Atos 13 vemos que o Senhor é quem comissiona Barnabé e Saulo para a obra missionária (At 13.2,3). Hoje, infelizmente, muitos têm comissionado a si mesmos para a obra e dizem que o Senhor os chamou – como desse alguém uma vez: “Tem o pastor chamado e o chamado pastor”. Devido a isso, temos visto muitos escândalos no seio da igreja. E a maioria desses “comissionados” sem nenhuma formação teológica.    

2º - O Senhor os capacitou para a missão (Lc 9.1b). A capacidade dos apóstolos de realizarem curas era um dom especial que servia para autenticar seu ministério (ver Rm 15.18, 19; 2Co 12.12; Hb 2.1-4). Os milagres eram uma prova de que o Senhor os havia enviado e de que operava por meio deles (Mc 16.20). Hoje, usamos a Palavra de Deus para testar o ministério de uma pessoa (1Jo 2.18-29; 4.1-6). Os milagres, por si mesmos, não provam que uma pessoa foi, verdadeiramente, enviada por Deus, pois Satanás também é capaz de realizar falsos ministérios e de fazer coisas prodigiosas (Mt 24.24; 2Co 11.13-15; 2 Ts 2.9,10) [2].

A autoridade dos apóstolos procedia do Senhor, não vinha deles mesmos. O homem por si só não pode fazer nada. Quando Paulo e Barnabé entraram na cidade de Listra curaram um homem coxo de nascença, devido a isso, as pessoas pensavam que eles eram deuses. “E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava” (At 14.12). Mas veja qual foi a reação de Paulo e Barnabé diante desse fato: “Ouvindo, porém, isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles; o qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos” (At 14.14-16).

Eles não aceitaram adoração em hipótese alguma. No entanto, hoje temos visto alguns líderes não só sendo adorados como recebendo “primícias” (dinheiro), beijo nos pés com oferta dada após o beijo... e tantas outras aberrações. Enquanto Barnabé e Paulo gritam para não fazerem tal coisa, esses ditos líderes fazem totalmente ao contrário.

3º - O Senhor os envia para pregar o Evangelho do Reino (Lc 9.2). A mensagem não era dos apóstolos, a mensagem que eles deveriam pregar era a mensagem do reino de Deus. A mensagem que eles vinham ouvindo Jesus pregar. Os discípulos não criaram a mensagem; apenas a entregaram. Não levaram aos homens sua opinião, mas o evangelho do reino. Essa mensagem deveria ser pregada aos ouvidos e aos olhos. Eles deveriam pregar a proximidade do reino, curar os enfermos, ressuscitar os mortos e libertar os endemoninhados. A cura e a libertação fazem parte do evangelho [4].

O púlpito é o lugar onde as maiores vitórias do evangelho têm sido conquistadas, e a igreja que faz bastante para o avanço do verdadeiro cristianismo é aquela que valoriza a pregação [5]. O pregador não é dono da mensagem, ele é o seu arauto. Ele tem por função ministrar o que está nas Escrituras e não invencionices como temos visto por aí.

4º - A missão deveria ser realizada sem nenhuma recompensa financeira (Mt 10.8). “De graça recebestes, de graça dai”. Charles Spurgeon comentando sobre esse texto diz que tudo isso deveria ser feito sem dinheiro ou recompensa: as suas capacidades não tinham sido compradas, seus milagres não deveriam ser vendidos [6]. A mensagem em seus lábios e o poder manifesto não vinham deles, mas do Senhor que os havia comissionado. O poder do Evangelho e os milagres provinham da graça e da misericórdia de Deus, que, primeiramente, os havia alcançado, agora eles deveriam entregar a outros. Foi assim que o Senhor fez com o endemoninhado gadareno depois de liberto (Lc 8.39).

Não cabia aos apóstolos se aproveitar na desgraça alheia para alcançar o enriquecimento pessoal, coisa comum nos dias de hoje. Aliás, esse texto tem sido negligenciado em muitas “ditas” igrejas. Eu nunca ouvi falar em campanhas de cura, libertação e pregação da palavra sem que não aja a obrigatoriedade de ofertas. É interessante que nessas igrejas não se fala muito em dízimo, mas há uma grande ênfase nas ofertas alçadas.

Nessas campanhas fala-se em cura, libertação e enriquecimento pessoal. Mas as únicas pessoas que realmente ficam ricas são os líderes dessas igrejas, os frequentadores continuam enfrentando as mesmas lutas e deficiência financeira.   

2 – A PROVISÃO VEM DO SENHOR PARA OS APÓSTOLOS (Lc 9.3-5)

Assim como Jesus concedeu a seus emissários a necessária força e autorização para o serviço, assim ele lhes deu também as necessárias orientações para o início da jornada e o transcurso da viagem.

Recomenda-lhes que partam tão livres e desprendidos como estão naquele instante. – A bagagem para uma viagem consiste primordialmente de três coisas: dinheiro, mantimentos e roupas. Mateus é o mais severo ao relatar a proibição de levar dinheiro, citando três espécies de metais: ouro, prata e cobre. Marcos menciona apenas cobre. Lucas fala somente de prata, a expressão usual para dinheiro.

Jesus, que dessa maneira proibia aos discípulos qualquer fardo para a jornada, permitiu e ordenou-lhes que esperassem pela fé tudo o que fosse necessário. De antemão podiam ter certeza a respeito daquilo que mais tarde confessariam: que não sofreram carência de nada (cf. Lc 22.35) [7].

Com isso em mente, podemos destacar quatro coisas:

1º - Os apóstolos deveriam confiar no provedor, e não na provisão (Lc 9.3). Eles não deveriam levar ouro, prata, cobre, túnica extra, alforje ou dinheiro. Deviam confiar na provisão divina enquanto faziam a obra. Jesus estava lhes mostrando que o trabalhador é digno do seu salário (Mt 10.10c). Jesus queria que eles fossem adequadamente supridos, mas não a ponto de cessarem de viver pela fé. Jesus alerta sobre o perigo da ostentação [8].

Creio que esse tem sido um dos grandes problemas na igreja, muitos líderes gostam de ostentar. Muitos desses líderes vivem em comunidades modestas, mas gostam de mostrar os seus bons carros, suas roupas (etiquetas), suas casas... muitos desses líderes pregam um evangelho que não condiz com as Escrituras. Pregam um evangelho espúrio. Eles dizem que a fé traz benefícios materiais e físicos, quem não os têm é porque não tem fé. No entanto, a Bíblia nunca ensinou tal coisa.   

2º - Eles deveriam ser gratos pela acolhida (Lc 9.4). O Senhor deu aos doze também uma prescrição especial para o caso de serem acolhidos em uma casa. Os discípulos não devem visar o conforto físico, como os falsos mestres (Rm 16.18), isto é, trocar de hospedagem quando não for suficientemente confortável, nem preferir visitar os ricos em detrimentos dos pobres. – Devem despedir-se de uma casa hospitaleira em que entraram somente no momento em que saem do local a que se destina a pregação para anunciar o evangelho em outro local [9].

3º - Nem todos darão atenção a mensagem do Evangelho (Lc 9.5). Após viajarem através de território pagão, os judeus tinham o costume de sacudir o pó de suas sandálias e de sua roupa antes de entrarem na Terra Santa. Tinham medo que, se não fizessem isso, em seu próprio país os objetos leviticamente limpos, bem como eles próprios, viessem a tomar-se impuros. Portanto, o que Jesus aqui está dizendo é que qualquer lugar – seja uma casa, uma vila, uma cidade, um vilarejo, que se negue aceitar o evangelho, deve ser considerado imundo e ser tratado como tal [10].

Assim, Jesus disse-lhes que, quando saíssem da cidade que os rejeitou, eles deveriam sacudir o pó dos seus pés, em testemunho contra eles. Esta cidade deveria ser tratada como uma cidade gentílica. Ressaltando a importância dos apóstolos como Seus mensageiros, Jesus solenemente advertiu que “Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade” do que para aqueles que rejeitaram sua mensagem (Mt 10.15). A ordem do Senhor reflete as graves consequências de rejeitar o Evangelho (1Co 16.22; 2Ts 1.6-9).

Afastar-se dos que rejeitam a mensagem do Evangelho, porque tem um coração duro não era apenas uma questão de julgamento, mas também uma questão de prioridade. O nosso tempo é precioso demais para desperdiçarmos com aqueles que se endureceram contra a verdade.

Jesus afirmou esse princípio em uma declaração chocante para seus seguidores: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mt 7.6).

Esta analogia de Jesus em relação aos cães e aos porcos representam aqueles que rejeitam o evangelho de forma permanente e o tratam com desdém absoluto. O que deve ter sido ainda mais surpreendente para os Doze era a identidade dos cães e dos porcos dos quais o Senhor os advertiu. Uma vez que os apóstolos foram enviados nesta missão para o povo judeu, os cães e porcos não eram gentios pagãos impuros, mas judeus ultra religiosos. Quando confrontados com a rejeição de um coração duro, era para os apóstolos dar-lhes uma advertência do juízo que enfrentariam e seguir em frente.

Isso é uma grande lição para nós também. Muitas vezes insistimos em pregar para pessoas que desdenham do Evangelho, que ridicularizam a nossa fé, que menosprezam o nosso Salvador. Devemos agora viver o Evangelho, que eles vejam em nós, mediante o nosso testemunho o Salvador em nossas vidas. Muitas vezes queremos fazer o papel que cabe ao Espírito Santo, que é convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).  

4º - Esse texto não isenta a igreja do cuidado digno para os seus líderes e missionários. Usar este texto para condenar qualquer provisão dada a pregadores e missionários, em forma de dinheiro e roupas, é contrário a Escritura. Nem os apóstolos João (cf. 3Jo 5-8) e Paulo (2Co 11.8) e nem mesmo Jesus (Lc 22.36) se sobrecarregaram com a obediência literal a essas palavras. É preciso levar em consideração que Jesus enviava seus mensageiros para as cidades e localidades de Israel, onde todos os seus servos, como também os levitas, tinham direito ao sustento (Nm 18.31; cf. 1Co 9.13s) [11].

Devemos entender que o contexto histórico em que esse texto foi escrito. Na época de Jesus era muito comum dar hospedagem para os viajantes. A hospitalidade era um dever sagrado no Oriente. Sempre que chegava uma visita a uma casa judaica era recebida com muita atenção. A hospitalidade era um dos traços marcantes da sociedade judaica, e tornou-se também uma característica dos cristãos primitivos. Isso não quer dizer que não houvesse indivíduos mal-educados e até insociáveis, mas a atitude mais comum entre eles era de franca generosidade.

Da hospitalidade, faziam parte a saudação, lavar os pés, oferecer comida, proteger e acompanhar na despedida. Os pregadores não podem violentar a cultura do povo ao pregar a Palavra de Deus. O evangelho deve ser anunciado dentro do contexto cultural de cada povo [12].

3 – O MUNDO DESFIGURA A IMAGEM DE JESUS E SUA MENSAGEM (Lc 9.6-9).

Quando Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo em conexão com o ministério da pregação dos Doze, ele ficou muito perplexo. Os Doze estavam dando toda a glória e crédito para Jesus mediante sua pregação poderosa e milagres (Atos 3. 11-12). Mas quem foi Jesus? Isso foi dito por alguns que Ele era João Batista ressuscitado dos mortos e isso foi particularmente preocupante para Herodes. Para aumentar a confusão, estava sendo dito por alguns que Elias tinha aparecido, e por outros que um dos antigos profetas tinha ressuscitado (Mt 16.14; 17.10). No entanto, Herodes, assombrado por sua execução indevida de João Batista, a quem ele mesmo reconheceu ter sido “um homem justo e santo” (Mc 6.20), disse: “Eu mesmo tive João decapitado”. De acordo com o relato de Marcos, Herodes, atormentado por sua consciência culpada, continuou dizendo: “João, que mandei degolar, ressuscitou!” (Mc 6.16). Herodes é o símbolo de um mundo que jaz no maligno, que tem sua consciência cauterizada ou, muitas vezes, atormentada pelo pecado. 

Com isso em mente, podemos destacar duas coisas:

1º - O mundo continua confuso em relação a Jesus. Tragicamente, a maioria das pessoas hoje continuam dando a resposta errada em relação a Jesus. O mais triste é que as respostas erradas em relação a Jesus estão muitas vezes aonde isso não poderia acontecer, dentro da igreja. Em muitas igrejas Jesus têm sido apresentado como curandeiro, psicólogo, provedor de bens materiais, menino mimado que chora porque ninguém o aceita... menos como Soberano Senhor, Rei dos reis, o justo Juiz, Salvador do mundo.

Como disse Rienecker: “quem não teme a Deus, teme coisas supersticiosas” [13].   

2º - Essa questão da identidade de Jesus é a mais importante já feita e respondida. A resposta que cada pessoa dá em relação a Jesus determinará o seu destino eterno, no inferno ou no céu. Devido a sua importância, Lucas registrou repetidamente casos de pessoas fazendo essa pergunta (cf. v 18; 5.21; 7.20, 49; 8.25; 22.67, 70; 23.3.). Mas Pedro, falando para os discípulos (Mt 16.16), um centurião romano na cruz (Mc 15.39), e Tomé (Jo 20.28), entre outros, deu a resposta correta: “Jesus é Deus Filho, o Messias, Salvador e Senhor”.

Como disse o apóstolo Paulo: “Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Rm 10.8-12).

Se o mundo está confuso em relação a Jesus, nós, seus servos não podemos estar. Precisamos ter uma fé firme, conhecendo as Escrituras e pregando e vivendo um Evangelho cristocêntrico. O mundo precisa glorificar a Deus mediante nosso testemunho diário. Como disse Jesus em Mateus 5.16: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”.

CONCLUSÃO

Os princípios contidos no envio do Senhor aos apóstolos são aplicáveis a todos os crentes no Senhor Jesus Cristo. Devemos ter em mente que a Grande Comissão (Mt 28.19,20), faz parte da igreja hoje. O Senhor disse que nos enviaria como ovelhas para o meio de lobos (Mt 10.16), mas também disse que estaria conosco até a consumação dos séculos (Mt 28.20).

Assim como os apóstolos nós também somos comissionados a pregar o Evangelho do Reino, por onde quer que o Senhor nos leve. E pregar é mais do que falar, é viver. É testemunhar com a vida, palavras e obras. O mundo, ainda que zombe da nossa fé, espera de nós um bom testemunho. Foi isso que o Doze fizeram, é isso que o Senhor espera de nós também.

Pense nisso! 

Bibliografia

1 – Rienecker Fritz. O Evangelho de Mateus, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 1998. p. 111.

2 – Lopes, Hernandes Dias. Mateus, Jesus, o Rei dos reis, Editora Hagnos, São Paulo, 2019, p. 330.

3 – Wiersbe, Warren W. Lucas, Novo Testamento 1, Comentário Bíblico Expositivo, Ed. Geográfica, Santo André, SP, 2007, p. 265.

4 – Lopes, Hernandes Dias. Mateus, Jesus, o Rei dos reis, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2019, p. 332.

5 – Ryle, J. C. Meditações no Evangelho de Lucas, Ed. Fiel, S. J. dos Campos, SP, 2002, p. 140.

6 – Spurgeon, C. H. O Evangelho Segundo Mateus, a narrativa do Rei, Editora Hagnos, SP, 2018, p. 182.

7 – Rienecker Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 133.

8 – Lopes, Hernandes Dias. Mateus, Jesus, o Rei dos reis, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2019, p. 333.

9 – Rienecker Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 133.

10 – Hendriksen, William. Lucas, vol. 1, São Paulo, SP, Ed. Cultura Cristã, 2003, p. 631.

11 – Rienecker Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 133.

12 – Lopes, Hernandes Dias. Mateus, Jesus, o Rei dos reis, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2019, p. 334.

13 – 7 – Rienecker Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 134.

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