quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

A MISSÃO DOS SETENTA DISCÍPULOS

Por Pr. Silas Figueira

Texto base: Lucas 10.1-16

INTRODUÇÃO

Esse texto do envio dos setenta discípulos é exclusivo do Evangelho de Lucas, ele é um paralelo do envio dos doze apóstolos em ocasião anterior (Mt 10.1,5-15; Mc 6.7-13; Lc 9.1-6). O envio dos setenta mostra que a pregação do evangelho e toda a atuação em nome de Jesus não deveriam ser uma prerrogativa exclusiva dos doze apóstolos. O envio dos setenta nesse ponto decisivo da vida de Jesus era uma última visitação de graça. A inimizade contra o Senhor deveria ser superada com o evangelho. Seu ministério era considerado como trabalho preparatório e abertura de caminhos para a última peregrinação do Senhor [1].  

Observe que esse texto vem logo após o Senhor pôr à prova aqueles homens que queriam segui-lo por motivações erradas (Lc 9.57-62). O simples fato de que Jesus tinha estes muitos discípulos dignos de confiança é significativo. Muitas vezes nos esquecemos de que Ele tinha muitos seguidores leais [2]. Isso nos traz uma grande lição de pararmos de fixar nossos olhos nos que andam de forma contrária ao Evangelho de Cristo e entendermos que existe um número enorme de pessoas leias ao Senhor. Pessoas essas que na sua maioria são anônimas, como é o caso desses setenta discípulos que se quer são citados seus nomes.      

Ainda a nível de introdução é interessante destacarmos que o número setenta era um número simbólico para os judeus. Era o número de anciãos escolhidos para ajudar a Moisés na tarefa de guiar e dirigir o seu povo no deserto (Núm. 11.16,17,24,25). Era o número de membros do Sinédrio, o conselho supremo dos judeus e cria-se naquela época que era o número de países no mundo (Gn 10).

Mas quais as lições que podemos tirar desse texto para nós hoje?

1 – A PRIMEIRA LIÇÃO QUE APRENDO É A TOTAL DEPENDÊNCIA DO SENHOR PARA REALIZARMOS A SUA OBRA (Lc 10.1-4).

A obra a ser realizada não era dos setenta discípulos, a obra era do Senhor. [Estes] homens não são chamados de “apóstolos”, mas ainda assim são “enviados (apostello) com a comissão” de representar Jesus. Portanto, são verdadeiramente embaixadores do Rei. Não apenas foram enviados por ele, mas também adiante dele, a fim de preparar o caminho para sua chegada. Sem dúvida, um chamado extremamente honrado [3].

Esses quatro primeiros versículos destacam seis lições importantes:

1º – A obra não é nossa, a obra é de Deus (Lc 10.1). Quem designou os setenta foi o Senhor, não partiu deles essa ideia, pois a obra é de Deus, ela não é nossa. Esses discípulos foram designados pelo Senhor porque estavam andando com Jesus e estavam prontos a fazer a Sua obra. Isso mostra que não era somente os Doze que andavam com Jesus e tinham comunhão com Ele. Haviam muitas outras pessoas compromissadas com o Reino e prontas a realizar a Sua vontade.

2º – Devemos ir aonde o Senhor nos enviar (Lc 10.1). Se temos consciência de que a obra é de Deus, devemos também ter consciência de que é o Senhor que nos direciona aonde devemos realizar a Sua obra. Observe que o texto diz que eles deveriam ir “a todas as cidades e lugares aonde havia de ir”.

Não devemos fazer a obra de Cristo segundo a nossa vontade, mas segundo a vontade dele. É ele quem nos guia aonde devemos ministrar Sua palavra. Temos como exemplo o apóstolo Paulo em Atos 16.6-10: “E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito não lho permitiu. E, tendo passado por Mísia, desceram a Trôade. E Paulo teve de noite uma visão, em que se apresentou um homem da Macedônia, e lhe rogou, dizendo: Passa à Macedônia, e ajuda-nos. E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho”.

3º – Não devemos fazer a obra sozinhos (Lc 10.1). Depois de escolher estes setenta homens, Jesus mandou-os em pares adiante dele para cada cidade e lugar na Judéia, aonde ele mesmo iria passar. Jesus lhes ordenou que viajassem em pares, como Ele já havia feito com os Doze (Mc 6.7). Primeiro, o Senhor, em Sua sabedoria sabia que eles seriam capazes de apoiar e encorajar uns aos outros, um princípio que Salomão declarou em Eclesiastes 4.9-12. Segundo, e mais importante, a lei do Velho Testamento exigia que “pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato” (Dt 19.15). Assim, o testemunho que esses homens deram a respeito de Jesus nas cidades e aldeias estão em conformidade com os requisitos da lei.

4º – Devemos fazer a obra em oração (Lc 10.2). “A oração é um dos mais poderosos instrumentos para levar avante a causa de Cristo no mundo”, diz Ryle. E ele continua, “nem todos os crentes possuem dinheiro em suficiência para contribuir com a obra missionária. Poucos têm grandes dotes intelectuais ou ampla influência entre os homens. Mas todos os crentes podem orar em favor do progresso do evangelho e devem fazê-lo diariamente” [4]. A oração em vista aqui é que Deus levante pessoas para evangelizar os perdidos; que o Senhor da seara envie trabalhadores para a sua seara para resgatar as pessoas do julgamento vindouro.

5º – Devemos ter consciência da falta de obreiros na seara de Cristo (Lc 10.2). Jesus deixa claro que a obra sempre é maior do que a capacidade dos obreiros. Devemos, portanto, clamar ao Senhor da seara, para mandar obreiros para a sua seara. Há uma colheita a ser feita. Os campos estão maduros, e precisamos de mais obreiros para fazer essa obra importante e urgente [5].  Rienecker lembra que no reino de Deus há grande carência de obreiros que trabalhem corretamente (1Co 3.9; 1Tm 5.17; 2Tm 2.15; cf. Fp 2.20-23). Na realidade não faltam mercenários [6].

6º – Devemos ter noção do perigo que nos espera (Lc 10.3). O chamado de Jesus não é para os covardes. E impossível ser um seguidor daquele que foi crucificado sem enfrentar a hostilidade do mundo e a fúria de Satanás. A seara é grande, os trabalhadores são poucos, e o ambiente é hostil. Os obreiros não devem esperar facilidades. A perseguição é inevitável (2Tm 3.12). Os lobos têm dentes afiados e garras mortais [7]. Que paradoxo: Cordeiros saindo para salvar ovelhas de lobos! Aqui está a simplicidade unida ao desamparo: nenhuma arma carnal como defesa. Mas Deus tem uma maneira de criar a força a partir da fraqueza, e de usar até a morte como uma arma da vitória e da vida. Aqui vemos a supremacia de Cristo [8]. Cabe notar que os discípulos não são enviados “aos lobos”, mas “para o meio de lobos” [9]. Isso nos mostra que o Bom Pastor irá à nossa frente para nos guiar.

2 – A SEGUNDA LIÇÃO QUE APRENDO É A URGÊNCIA DA OBRA (Lc 10.4).

Assim como os setenta discípulos não devem estar munidos de armas de defesa diante dos perigos no meio de lobos, assim eles também não devem equipar-se com a bagagem usual de viagem. A instrução de que nem sequer levem consigo algo além da roupa necessária para a caminhada, tem o objetivo de que fiquem única e exclusivamente atentos ao cumprimento de seu envio [10]. E também não deveriam perder tempo com longas saudações pelo caminho.

Podemos destacar duas lições aqui:

1º – Os discípulos não deveriam estar sobrecarregados de coisas materiais. Eles deveriam viajar sem peso. Muitas pessoas querem fazer a obra de Deus, mas estão tão sobrecarregadas com as coisas desta vida que mal conseguem ir à igreja. Devido a isso, acabam fazendo a obra com muita dificuldade. Trabalho, família e lazer, essas três coisas tomam demais o nosso tempo. Isso não é um mal em si mesmo, mas quando nos dispomos em fazer a obra de Deus, precisamos vigiar para que isso não tome todo o nosso tempo.  

2º – Os discípulos deveriam concentrar-se em sua tarefa. Isto se refere, particularmente, à longa e tediosa saudação habitual no Oriente. Eles não deveriam desperdiçar seu tempo precioso, mas deveriam estar tão absorvidos com sua missão, que sua devoção sincera seria percebida por todos com quem se encontrassem [11]. Isto se remonta às instruções de Eliseu a Geazi em 2 Reis 4.29. Não é uma ordem de ser descortês; significa que o homem de Deus não deve voltar-se, nem deter-se em coisas de pouca importância quando as grandes coisas o chamam.

3 – A TERCEIRA LIÇÃO QUE APRENDO É COMO OS DISCÍPULOS DEVERIAM SE COMPORTAR DURANTE A EVANGELIZAÇÃO (Lc 10.5-11)

Jesus não envia os setenta para reuniões públicas ou sinagogas, mas às pessoas receptivas nas casas e nas cidades. O presente trecho concretiza nitidamente uma missão nas casas (v. 5-7) e uma missão urbana (v. 8-11) [12].

1º – A evangelização em uma casa (Lc 10.5-7). Os lares foram o lugar e a estratégia mais importante no crescimento das igrejas naquele tempo. Ainda hoje, as igrejas crescem quando os lares abrem as portas para os amigos e vizinhos, a fim de se transformarem em embaixadas do reino de Deus na terra [13].

Na evangelização nas casas o Senhor deu algumas orientações que deveriam ser observadas pelos discípulos:

1 – A forma de saudação – “Paz seja nesta casa”. Eles deveriam procurar uma casa aonde havia um interesse na mensagem de paz com Deus que o Messias, o “Príncipe da Paz” traria (Is 9.6; cf. Lc 1.79, 2.14). Os discípulos eram seus embaixadores com uma mensagem de paz para os interessados nesta paz. A mensagem de paz é importante para um mundo que já está condenado, como disse João em sua epístola: “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno” (1Jo 5.19).

2 – O repouso da paz ou o retorno da paz (Lc 10.6). Os emissários de Cristo, contudo, também experimentarão com frequência que oferecem a paz a pessoas que não são filhos da paz. A saudação de paz enviada ao endereço errado, no entanto, não traz dano ao mensageiro da paz, mas a paz retorna para aquele que a pronunciou de coração sincero. Os discípulos, porém, precisam contar com ambas as possibilidades, isto é, que sua mensagem de paz pode ser acolhida ou rejeitada. Mas seja como for, devem proferir a oferta de paz com integridade e seriedade. Então aquele que almeja a paz há de encontrá-la. Mas quem despreza a paz não será capaz de roubar a paz de Deus dos discípulos de Jesus [14].

3 – A casa que os recebesse eles deviam ficar (Lc 10.7). Por duas razões os discípulos deveriam ficar nesta casa: primeiro, porque nesta casa há filhos da paz, então é uma casa de paz. E segundo, não deveriam ficar de casa em casa buscando conforto pessoal. Os setenta foram estritamente proibidos de ficar de casa em casa em busca acomodações mais agradáveis ou melhor comida. Esta foi a mesma ordem o Senhor havia dado aos Doze quando os enviou a pregar (Lc 9.4). Devem ser obreiros simples, modestos, a fim de não atraírem atenção para si mesmos. Longe de serem motivados pelo lucro, devem confiar plenamente no sustento de Deus, pois digno é o trabalhador do seu salário [15].

2º – A evangelização urbana (Lc 10.8-12). O Senhor deu orientações para os seus discípulos de como eles deveriam proceder também nas cidades que eles estavam sendo enviados. Podemos destacar algumas lições importantes:

1 – Em primeiro lugar, em relação a alimentação (Lc 10.8). É preciso ter em mente que os homens que estavam sendo enviados nessa missão – pelo menos a maioria deles, podemos presumir – eram judeus. Mas, agora estavam entrando na Transjordânia como arautos de Cristo, uma região onde viviam muitos gentios. Isso poderia gerar um problema com respeito à comida. Por isso o Mestre disse a esses 70 homens que fossem avante e comessem o que lhes fosse posto diante, sem fazer perguntas. Essa ordem estava em plena harmonia com o restante dos ensinos de Jesus acerca de coisas limpas e imundas [16]. Aqui começa a quebra de paradigmas alimentar que, posteriormente, foram abandonados pela igreja quando entrou no mundo gentílico (cof. 1Co 10.25,27).   

2 – Em segundo lugar, a mensagem transformadora e libertadora (Lc 10.9). A pregação aos ouvidos precisa ser precedida pela pregação aos olhos. As obras poderosas precedem as palavras de poder. Os milagres da graça abrem portas para a pregação do evangelho da graça. A pregação tem um senso de urgência. O reino de Deus chegou. Está próximo. E não há mais tempo a perder [17]. A mensagem do evangelho traz vida e libertação, por isso devemos orar para que se cumpra em nosso ministério o que está escrito em Marcos 16.20: “E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém”.

3 – Em terceiro lugar, a rejeição do evangelho (Lc 10.10-16). A chegada dos setenta a uma população mista de judeus e gentios talvez fosse indesejada. Nesse caso os mensageiros do Senhor são constrangidos a sair da cidade. Sacudir o pó dos pés simboliza a eliminação de qualquer comunhão intelectual com os habitantes não hospitaleiros da cidade [18]. Muitas daquelas cidades que eles foram enviados eram cidades que já haviam presenciado a presença de Jesus e Ele havia operado grandes sinais naquelas cidades. Por isso, eles eram indesculpáveis diante da mensagem que estavam mais uma vez ouvindo. Por isso que Jesus declarou que qualquer cidade que rejeitar o evangelho teria de enfrentar um julgamento mais severo do que Sodoma, pois Sodoma não ouviu o evangelho, mas a população daquelas cidades sim.

O segundo exemplo foi as cidades do Antigo Testamento de Tiro e Sidom com Corazim e Betsaida. Tiro e Sidom foram portos marítimos no litoral Fenício. As duas cidades sintetizou o mal no Antigo Testamento. Devido a isso, tanto Isaías 23 e Ezequiel 28 profetizaram o juízo que caiu sobre eles. No entanto, se tivessem tido a informação de que os habitantes de Corazim e Betsaida tiveram, eles teriam colocado em saco e cinza, um símbolo de luto profundo e contrição para demonstrar a sinceridade de seu arrependimento.

Maior rigor haverá para aqueles que rejeitam a mensagem do evangelho do que para aqueles que não ouviram. Ao rejeitarem os pregadores não estavam rejeitando um par de pobres itinerantes, mas, sim, o próprio reino de Deus, e isso tem sérias consequências [19]. Quanto maior a oportunidade, maior é a responsabilidade. Quem mais ouviu e viu as maravilhas do reino, e as rejeita, mais culpado será no dia do juízo (10.12-15) [20].   

4 – Em quarto lugar, a autoridade dos discípulos era a autoridade de Jesus (Lc 10.16). Jesus deixa claro que seus precursores não fazem a obra em seu próprio nome. Eles são enviados por aquele que tem todo poder e toda autoridade no céu e na terra [21]. Quando Seus fiéis mensageiros proclamar a mensagem do evangelho, o Senhor fala através deles. Cada escritor do evangelho registra essa verdade de que Jesus reiterou em João 13.20: “Se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (Lc 9.48; Mt 10.40; Mc 9.37).

Quando aqueles que ouvem a mensagem e responder a ela com fé, eles estão ouvindo a Jesus; mas quando eles se recusam a ouvir, eles estão o rejeitando. Além disso, aquele que rejeita Jesus rejeita Aquele que enviou Ele. A ideia de que alguém pode honrar a Deus, rejeitando Jesus Cristo é uma mentira, um condenatório. Em João 5.23 Jesus disse aos judeus hostis: “Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou”.

Quando alguém rejeita o evangelho de Cristo não está rejeitando o pregador, mas rejeitando o próprio Deus que enviou o pregador. Por isso, não fique pensando que os que rejeitam o evangelho estão contra você, na verdade, estão contra o Senhor que lhe enviou.

CONCLUSÃO

Jesus quando envia esses setenta discípulos os orienta como deveriam proceder tanto nas casas quanto nas cidades. Isso nos chama a atenção, pois, assim como o Senhor fez com os Doze e posteriormente com os setenta, assim o Senhor faz conosco hoje. A obra é dEle e não é nossa, devido a isso, devemos buscar de Deus orientação para realizarmos Sua obra. Não podemos agir como se não tivéssemos que prestar contas Aquele que nos enviou.

Pense nisso!  

Bibliografia:

1 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 150.

2 – Childers Charles L. Comentário Bíblico Beacon, Lucas, vol. 6, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2006, p. 410.

3 – Wiersbe, Warren W. Lucas, Novo Testamento 1, Comentário Bíblico Expositivo, Ed. Geográfica, Santo André, SP, 2007, p. 272.

4 – Ryle, J. C. Meditação no Evangelho de Lucas, Ed. Fiel, São José dos Campos, SP, 2002, p.165.

5 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 330.

6 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 150.

7 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 330.  

8 – Childers Charles L. Comentário Bíblico Beacon, Lucas, vol. 6, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2006, p. 410.

9 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 150.

10 – Ibidem, p. 151.

11 – Childers Charles L. Comentário Bíblico Beacon, Lucas, vol. 6, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2006, p. 411.

12 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 151.

13 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 331.

14 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 152.

15 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 331.

16 – Hendriksen, William. Lucas, vol. 2, São Paulo, SP, Ed. Cultura Cristã, 2003, p. 67.

17 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 332.

18 – Rienecker, Fritz. O Evangelho de Lucas, Comentário Esperança, Ed. Evangélica Esperança, Curitiba, PA, 2005. p. 152.

19 – Morris, Leon L. Lucas, Introdução e Comentário, Ed. Mundo Cristão e Edições Vida Nova, São Paulo, SP, 1986, p. 173.

20 – Lopes, Hernandes Dias. Lucas, Jesus o homem perfeito, Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2017, p. 332.

21 – Ibidem, p. 332.