segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Que Senhor que nada, não seja hipócrita

“Porque vocês me chamam ‘Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?” Jesus Cristo
A indagação de Jesus no mínimo provoca uma reflexão. Será que eu faço o que Ele diz?
Certa vez eu estava falando para um grupo de pessoas, onde pedi que acenasse aqueles que reconheciam Jesus Cristo como Senhor, havia cerca de cem pessoas no local, e todos acenaram.
Eu estava ali para falar-lhes sobre o Senhorio de Cristo, mas todos estavam afirmando que já o tinham como Senhor. Fui obrigado a ignorar a afirmativa deles, e continuar falando o que tinha planejado, pois como disse Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra” - não concordo 100% com a afirmativa, mas naquele momento ela coube.
A palavra “senhor”, adotada para referenciar/reverenciar a Deus, remete a alguém que deve ser obedecido, assim como os senhores feudais, senhores de escravos e como os patrões, mas no caso de Deus, ele não te dá chicotadas ou te demite quando decide não obedecê-lO. Ele simplesmente deixa de ser seu Senhor, isso porque quem O coloca na posição de Senhor de nossas vidas, ou não, somos nós, decidindo obedecê-lO ou não.
Jesus subiu a um monte e gastou um dia todo ensinando uma multidão sobre os valores do Reino de Deus, falou-lhes sobre como agir na dificuldade, como suportar adversidades, motivou-os a serem pessoas que fazem a diferença onde estiverem, falou-lhes sobre política, ensinou-lhes padrões morais, sobre o casamento, sobre o caráter do homem, sobre a solidariedade, ensinou-lhes a orar, a ser persistentes entre outros valores que são marcantes na vida dos cristãos [Sermão do monte: Mateus 5, 6 e 7]. Antes de Jesus descer do monte ele pergunta: “Porque vocês me chamam ‘Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?” e termina afirmando que o que acabara de ensinar é o alicerce para uma vida solidamente fundamentada, sem riscos de desmoronar.
Em Jesus temos o domínio de nossas próprias vidas, nós é que tomamos as decisões, Deus não possui ninguém, quem possui as pessoas é o diabo, em Cristo há liberdade, por isso somos livres para nos submetermos ao Senhorio de Cristo ou não. Não sejamos hipócritas, chamando-O de Senhor, mas vivendo à nossa própria maneira.
Jesus Cristo é meu Senhor, porém em alguns de seus ensinamentos ainda não o é por completo, mas prossigo para o alvo, porque já decidi, Ele é e será meu Senhor.
O plano de Deus para a Agenda Gay

Por John MacArthur John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.
Se você tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a América.
Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.
Como você deve reagir ao sucesso da agenda gay? Deve aceitar a tendência recente em direção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia nos exorta a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De fato, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente.
Os defensores do homossexualismo têm sido notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia.
Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — e muitos deles o sabem — percebe que eles absorveram um interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional.
Os argumentos a favor dos homossexuais extraídos da Bíblia são nuvens de fumaça — à medida que nos aproximamos deles, vemos com clareza o que está por trás.Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente.
Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33).
Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16).
Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — jamais.Não importa o quanto você deseja ser compassivo para os homossexuais, o seu primeiro amor é ao Senhor e à exaltação da justiça dEle.
Os homossexuais se mantêm em rebeldia desafiante contra a vontade de seu Criador, que, desde o princípio, “os fez homem e mulher” (Mt 19.4). Não se deixe intimidar pelos defensores do homossexualismo e por sua argumentação fútil — os argumentos deles não têm conteúdo. Os homossexuais e os que defendem esse pecado estão comprometidos fundamentalmente em transtornar a soberania de Cristo neste mundo.
Mas a rebelião deles é inútil, visto que o Espírito Santo afirma: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.9-10; cf. Gl 5.19-21).
Então, qual a resposta de Deus à agenda homossexual? O julgamento certo e final.
Afirmar qualquer outra coisa, além disso, é adulterar a verdade de Deus e enganar aqueles que estão em perigo. Quando você interage com homossexuais e seus simpatizantes, tem de afirmar a condenação bíblica.
Você não está procurando lançar condenação sobre os homossexuais, está tentando trazer convicção, de modo que eles se convertam do pecado e recebam a esperança da salvação para todos nós, pecadores. E isso acontece por meio da fé no Senhor Jesus Cristo. Os homossexuais precisam de salvação. Não precisam de cura — o homossexualismo não é uma doença. Eles não carecem de terapia — o homossexualismo não é uma condição psicológica.
Os homossexuais precisam de perdão, porque a homossexualidade é um pecado.Não sei como aconteceu, mas algumas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o incorreto vocábulo “gay”. Gay, no inglês, significava uma pessoa feliz, mas posso assegurar-lhe: os homossexuais não são pessoas felizes. Eles procuram felicidade seguindo prazeres destrutivos. Esta é a razão por que Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão infame”. É uma concupiscência que destrói o corpo, corrompe os relacionamentos e traz sofrimento perpétuo à alma — e o seu fim é a morte (Rm 7.5).
Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.
Como você deve reagir ao sucesso da agenda gay? Deve aceitar a tendência recente em direção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia nos exorta a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De fato, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente.
Os defensores do homossexualismo têm sido notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia.
Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — e muitos deles o sabem — percebe que eles absorveram um interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional.
Os argumentos a favor dos homossexuais extraídos da Bíblia são nuvens de fumaça — à medida que nos aproximamos deles, vemos com clareza o que está por trás.Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente.
Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33).
Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16).
Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — jamais.Não importa o quanto você deseja ser compassivo para os homossexuais, o seu primeiro amor é ao Senhor e à exaltação da justiça dEle.
Os homossexuais se mantêm em rebeldia desafiante contra a vontade de seu Criador, que, desde o princípio, “os fez homem e mulher” (Mt 19.4). Não se deixe intimidar pelos defensores do homossexualismo e por sua argumentação fútil — os argumentos deles não têm conteúdo. Os homossexuais e os que defendem esse pecado estão comprometidos fundamentalmente em transtornar a soberania de Cristo neste mundo.
Mas a rebelião deles é inútil, visto que o Espírito Santo afirma: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.9-10; cf. Gl 5.19-21).
Então, qual a resposta de Deus à agenda homossexual? O julgamento certo e final.
Afirmar qualquer outra coisa, além disso, é adulterar a verdade de Deus e enganar aqueles que estão em perigo. Quando você interage com homossexuais e seus simpatizantes, tem de afirmar a condenação bíblica.
Você não está procurando lançar condenação sobre os homossexuais, está tentando trazer convicção, de modo que eles se convertam do pecado e recebam a esperança da salvação para todos nós, pecadores. E isso acontece por meio da fé no Senhor Jesus Cristo. Os homossexuais precisam de salvação. Não precisam de cura — o homossexualismo não é uma doença. Eles não carecem de terapia — o homossexualismo não é uma condição psicológica.
Os homossexuais precisam de perdão, porque a homossexualidade é um pecado.Não sei como aconteceu, mas algumas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o incorreto vocábulo “gay”. Gay, no inglês, significava uma pessoa feliz, mas posso assegurar-lhe: os homossexuais não são pessoas felizes. Eles procuram felicidade seguindo prazeres destrutivos. Esta é a razão por que Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão infame”. É uma concupiscência que destrói o corpo, corrompe os relacionamentos e traz sofrimento perpétuo à alma — e o seu fim é a morte (Rm 7.5).
Os homossexuais estão experimentando o juízo de Deus (Rm 1.24, 26, 28) e, por isso, são infelizes — muito, muito infelizes. 1 Coríntios 6 é bem claro a respeito das conseqüências eternas que sobrevirão àqueles que praticam a homossexualidade — mas existem boas-novas.
Não importa o tipo de pecado, quer seja homossexualidade, quer seja outra prática, Deus oferece perdão, salvação e esperança da vida eterna àqueles que se arrependem e aceitam o evangelho. Depois de identificar os homossexuais como pessoas que não “herdarão o reino de Deus”, Paulo disse: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11).
O plano de Deus para muitos homossexuais é a salvação. Nos dias de Paulo, havia ex-homossexuais na igreja de Corinto, assim como, em nossos dias, existem muitos ex-homossexuais em minha igreja e em igrejas fiéis ao redor do mundo. Eles ainda lutam contra a tentação homossexual? Com certeza.
Que crente não luta contra os pecados de sua vida anterior? Até o grande apóstolo Paulo reconheceu essa luta (Rm 7.14- 25). No entanto, ex-homossexuais assentam-se nos bancos de igrejas bíblicas em todo o mundo e louvam o Senhor, ao lado de ex-fornicadores, ex-idólatras, ex-adúlteros, ex-ladrões, ex-avarentos, ex-beberrões, ex-injuriadores e ex-defraudadores.
Lembrem-se: alguns de vocês eram assim.Qual deve ser a nossa resposta à agenda homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontála com a verdade das Escrituras, que condena a homossexualidade e promete castigo eterno para todos os que a praticam.
Qual deve ser a nossa resposta ao homossexual? Oferecerlhe uma resposta bíblica — confrontá-lo com a verdade das Escrituras, que o condena como pecador e lhe mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.
Permaneçam fiéis ao Senhor, quando reagirem à homossexualidade, honrando a Palavra de Deus e deixando com Ele os resultados.
Não importa o tipo de pecado, quer seja homossexualidade, quer seja outra prática, Deus oferece perdão, salvação e esperança da vida eterna àqueles que se arrependem e aceitam o evangelho. Depois de identificar os homossexuais como pessoas que não “herdarão o reino de Deus”, Paulo disse: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11).
O plano de Deus para muitos homossexuais é a salvação. Nos dias de Paulo, havia ex-homossexuais na igreja de Corinto, assim como, em nossos dias, existem muitos ex-homossexuais em minha igreja e em igrejas fiéis ao redor do mundo. Eles ainda lutam contra a tentação homossexual? Com certeza.
Que crente não luta contra os pecados de sua vida anterior? Até o grande apóstolo Paulo reconheceu essa luta (Rm 7.14- 25). No entanto, ex-homossexuais assentam-se nos bancos de igrejas bíblicas em todo o mundo e louvam o Senhor, ao lado de ex-fornicadores, ex-idólatras, ex-adúlteros, ex-ladrões, ex-avarentos, ex-beberrões, ex-injuriadores e ex-defraudadores.
Lembrem-se: alguns de vocês eram assim.Qual deve ser a nossa resposta à agenda homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontála com a verdade das Escrituras, que condena a homossexualidade e promete castigo eterno para todos os que a praticam.
Qual deve ser a nossa resposta ao homossexual? Oferecerlhe uma resposta bíblica — confrontá-lo com a verdade das Escrituras, que o condena como pecador e lhe mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.
Permaneçam fiéis ao Senhor, quando reagirem à homossexualidade, honrando a Palavra de Deus e deixando com Ele os resultados.
Quem Questiona Renê Terra Nova Vai Ser Comido De Bicho

Por: Meire
No dia 01 de dezembro o paipóstolo Renê Terra Nova ministrou aos seus
A palavra que o paipóstolo ministrou foi sobre a importância de preservar a identidade do Grande Eu Sou, e devo confessar que concordo com ele.
Já imaginou Deus com uma crise de identidade? Ele teria que fazer terapia com Freud, que por sua vez iria querer colocar a culpa nos pais de
Deus, e isso geraria uma depressão profunda no Grande Eu Sou - tadinho Ele é órfão!
Deus, e isso geraria uma depressão profunda no Grande Eu Sou - tadinho Ele é órfão!
É uma visão profunda que o apóstolo teve:
Na Palavra principal desta manhã, o Apóstolo Renê Terra Nova falou sobre a responsabilidade que o líder da Visão Celular tem em preservar a identidade do Grande Eu Sou. Lembrou que o nome de uma pessoa é o bom tesouro que deve ser preservado. Para isso, no entanto, o líder deve em primeiro lugar conhecer a identidade do Grande Eu Sou, que fará toda diferença na sua vida, deixando de lado a exaltação pessoal. “Nunca um líder deve questionar a identidade do Grande Eu Sou. Todos os que fizeram isso, acabaram provando a morte física e espiritual, com o exemplo de Faraó, no Egito”.
Questionar também é verbo proibido. Como? Isso mesmo que você leu: É proibido questionar, e isso vale também no caso do líder: Em segundo lugar, lembrou o Ap. Renê Terra Nova, o líder deve preservar a identidade do seu líder. Ele nunca deve questionar a identidade de seu mentor, a identidade de sua liderança. No dia em que João Batista fez isso, perdeu a cabeça. Ele que havia preparado o caminho de Jesus, que era primo de Jesus, mas que perdeu o legado da identidade de Jesus, quando entrou na rota da suspeita da identidade de seu líder. “Herodes questionou a identidade de Jesus e foi comido por bichos. João Batista questionou a identidade de seu líder Jesus e por isso perdeu a cabeça. Todo aquele que duvida da identidade do líder perde a legitimidade e o legado da liderança de Jesus”, disse o Apóstolo.
Percebeu aonde o apóstolo quer chegar?
Ele começa com uma afirmação que dificilmente algum ouvinte iria questionar, e a partir da premissa ele forma uma sentença falaciosa: Essa é uma reunião para que o EU SOU volte a reinar na sua vida, e para marcar uma geração que tem a revelação do EU SOU. Então não questione o EU SOU na sua vida, não questione a identidade do seu líder , e não questione a sua identidade de nova criatura em Cristo”, finalizou o Ap. Renê Terra Nova.
Onde está na Bíblia que João Batista perdeu a cabeça por ter questionado a identidade de Jesus? E quem disse que João Batista duvidou da divindade de Jesus?
Em primeiro lugar, foi o próprio João Batista quem disse para os seus discípulos quem era Jesus, leia João 1. 29,30:
Onde está na Bíblia que João Batista perdeu a cabeça por ter questionado a identidade de Jesus? E quem disse que João Batista duvidou da divindade de Jesus?
Em primeiro lugar, foi o próprio João Batista quem disse para os seus discípulos quem era Jesus, leia João 1. 29,30:
"No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! É este a favor de quem eu disse: após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim. Eu mesmo não o conhecia, mas, a fim de que ele fosse manifestado a Israel, vim, por isso, batizando com água. E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus".
João está testificando de forma inquestionável que Jesus era o Filho de Deus. Tanto que nos vessículos 35 a 46 alguns discípulos de João Batista passaram a seguir a Jesus.
A dúvida aqui não era de João, mas dos seus discípulos. João estava dizendo para os seus discípulos que o tempo dele estava terminando, pois em breve ele iria morrer e os seus discípulos precisavam seguir a Cristo, e mesmo que ele permanecesse vivo, Jesus é quem era o Messias e não ele. Tanto que Jesus operou vários milagres na presença dos discípulos de João exatamente para que eles não tivessem dúvidas de quem Ele era.
Em segundo lugar, João Batista era um homem cheio do Espírito Santo. Ele tinha uma influência sobre as pessoas que não era algo natural, tanto que ele foi-nos apresentado como o Elias que estava por vir (Ml 4.5,6 cf Mt 17.9-13). Assim como o Espírito Santo estava sobre Elias no Antigo Testamento, da mesma forma o Espírito Santo estava sobre João Batista, tanto que eles eram muito semelhantes em matéria de comida e até vestimentas.
A influência de João Batista foi tão forte que foi necessário ele sair de "cena" da forma como saiu, pois se ele permanecesse vivo, provavelmente ele seria um empecílio no ministério de Jesus, não por ele, mas alguns de seus discípulos que provavelmente teriam dificuldade de seguir a Jesus. Você pode observar isso lendo Atos 19.1-7 quando Paulo, mais de vinte anos da morte de João Batista, encontrou discípulos de João lá em Éfeso.
João Batista nunca teve dúvidas de quem era Jesus, aí me vem o Terra Nova nos dizer que João perdeu a cabeça por ter questionado a identidade de Jesus? Destorceu as Escrituras para beneficio próprio. E tem gente que acredita nesse indivíduo. Coitado de quem o segue.
Pr Silas Figueira.
João está testificando de forma inquestionável que Jesus era o Filho de Deus. Tanto que nos vessículos 35 a 46 alguns discípulos de João Batista passaram a seguir a Jesus.
Mas, talvez você pergunte: "João quando estava preso não ficou com dúvidas se Jesus era o Messias que estava por vir?" Pois em Mateus 11.2-6 nos diz:
"Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço".A dúvida aqui não era de João, mas dos seus discípulos. João estava dizendo para os seus discípulos que o tempo dele estava terminando, pois em breve ele iria morrer e os seus discípulos precisavam seguir a Cristo, e mesmo que ele permanecesse vivo, Jesus é quem era o Messias e não ele. Tanto que Jesus operou vários milagres na presença dos discípulos de João exatamente para que eles não tivessem dúvidas de quem Ele era.
Em segundo lugar, João Batista era um homem cheio do Espírito Santo. Ele tinha uma influência sobre as pessoas que não era algo natural, tanto que ele foi-nos apresentado como o Elias que estava por vir (Ml 4.5,6 cf Mt 17.9-13). Assim como o Espírito Santo estava sobre Elias no Antigo Testamento, da mesma forma o Espírito Santo estava sobre João Batista, tanto que eles eram muito semelhantes em matéria de comida e até vestimentas.
A influência de João Batista foi tão forte que foi necessário ele sair de "cena" da forma como saiu, pois se ele permanecesse vivo, provavelmente ele seria um empecílio no ministério de Jesus, não por ele, mas alguns de seus discípulos que provavelmente teriam dificuldade de seguir a Jesus. Você pode observar isso lendo Atos 19.1-7 quando Paulo, mais de vinte anos da morte de João Batista, encontrou discípulos de João lá em Éfeso.
João Batista nunca teve dúvidas de quem era Jesus, aí me vem o Terra Nova nos dizer que João perdeu a cabeça por ter questionado a identidade de Jesus? Destorceu as Escrituras para beneficio próprio. E tem gente que acredita nesse indivíduo. Coitado de quem o segue.
Pr Silas Figueira.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Discurso do 1º Ministro Australiano...

Palmas para esse homem!
Só espero que a Europa siga o exemplo...
Discurso do 1º Ministro Australiano à comunidade MuçulmanaAos Muçulmanos que querem viver de acordo com a lei do Sharia Islâmico foi-lhes dito muito recentemente para deixarem a Austrália, no âmbito das medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face aos eventuais ataques terroristas.
Aparentemente, o Primeiro-Ministro John Howard chocou alguns muçulmanos australianos declarando que apoiava agências-espiãs encarregadas de supervisionar as mesquitas da nação.
Citação:
"OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.
A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.
A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!
A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um fato, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.
Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz conosco.
ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM.
Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou".
A qual deus os canalhas oram?

A cena é repugnante: três políticos numa sala (deveriam estar numa cela) "orando" em agradecimento pelas "bênçãos" (eufemismo para "propinas") que uma suposta divindade lhes concedeu. Na tal "oração", utilizam largamente os termos de um evangeliquês cada vez mais distante da realidade de uma vida cristã genuína: "Pai, somos gratos pela vida do fulano..." O que se ouve no jargão dominante foi disparado à vontade naquele momento "espiritualidade bandida".
Num de seus aforismos, Carlos Drummond de Andrade, fulminou: "o voto, arma do cidadão, dispara contra ele". Senti sangrar meu peito. Em minha casa, vendo estarrecido pela TV, em pleno horário nobre, três "representantes do povo", evangélicos, destruindo a confiança do voto, a pureza da oração e, se não bastasse isso, sujando o nome de Deus.
Ano que vem é ano de eleição. O que nos aguarda? Tenho até medo do que alguns púlpitos nos mostrarão. Quantos monstros tatuados de príncipes? Quantos demônios caricaturados de anjos? Quantos alimentarão essa bandidagem "sagrada" que insiste em manipular a mente infantil do povo? O brasileiro, e toda sua fama de "esperto", ainda não conseguiu aprender a identificar e neutralizar esses ladrões de sonhos. Eles roubam nossas esperanças e pintam de roxo o "verde louro dessa flâmula".
A qual deus os canalhas oram? Tenho certeza absoluta que não é ao Deus da Bíblia! O Deus das Escrituras não é Deus de engano, de falcatrua, de politicagens, nem de indecências. Ele não têm falhas de caráter - é Santo! Esses pilantras maquiados com a tinta falsa do evangelicalismo safado oram ao deus que habita suas almas fétidas: o dinheiro, Mamón! São escravos da moeda. Filhos espúrios do belo. Anátemas. Condenados ao próprio surto megalomaníaco de poder.
A você que ainda sente alguma repugnância, insisto, rogo, clamo: não vote por conveniência. Não vote sem empreender uma pesquisa meticulosa da vida, e não da fala. Não vote por "indicações", o Brasil do QI (no popular, "Quem Indica") não é digno de ser a nossa pátria amada. Não vote por cabrestos, sejam eles políticos ou religiosos. Não eleja pequenos Lúciferes.
Quando for às urnas, leve consigo o rosto sofrido dos oprimidos. A dor das famílias vítimas de enchentes. As mães solteiras. Os trabalhadores da madrugada. Por favor, não vote nos canalhas que se escondem sob o manto traiçoeiro da doçura. Shakespeare dizia: "O indivíduo pode sorrir, sorrir, e ser um vilão". Não vote sem alma.
Indignado, assino!
Rádio Melodia FM - Debate acalorado sobre homossexualismo - Silas Malafaia e Marco Gladstone, da Igreja Contemporânea
Na sexta-feira passada, 27 de novembro, o Pr. Silas Malafaia participou de um debate na emissora carioca Rádio Melodia FM, prefixo 97.3, cujo tema era as relações homossexuais.
A roda de debatedores também contou com as presenças de Pr. Paulo Afonso, Pr. Augusto Miranda (Assembleia de Deus de São Gonçalo – RJ), Paulo César (Catedral da Assembleia de Deus em Jardim Primavera, Duque de Caxias – RJ), o Desembargador Fábio Dutra, e Marco Gladstone (homossexual e pastor da Igreja Cristã Contemporânea).
O desembargador esclareceu o fato de que a nossa Constituição Federal não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Deixou claro que a Carta Magna é expressa no sentido de que tanto o casamento quanto a união estável, só são legais entre as pessoas homem e mulher.
Por sua vez, Gladstone insistiu na idéia de uma igreja cristã que pode acolher o homossexual, sem, contudo, censurar a prática das relações de pessoas do mesmo sexo, denominada por ele como relações homoafetivas. Afirmou que, ao lado do seu companheiro, deseja abrir novas igrejas.
Em seu turno, Paulo Afonso foi claro e direto ao falar da necessidade do cristão amar a pessoa do homossexual, mas, não aceitar à luz da Bíblia a prática homossexual.
Sempre interrompido por Gladstone, o pastor Silas Malafaia foi contundente e firme em suas colocações contra a prática homossexual. E em meio ao calor do debate, alguém do auditório se destemperou e gritou xingamento dirigido contra sua heterossexualidade. Ao que foi respondido prontamente que poderia ser levado aos tribunais pela atitude impensada.
Ouça o áudio: aqui.
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